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Perfil Multihumanos
O que Marco Nanini tem a ver com uma garota de 29 anos da cena underground de Curitiba ou com dois punks de carteirinha? Do teatro à música, a linha que liga quatro almas criativas por Lia Bock //
Moda Joker
Ele vai com tudo, gosta de qualquer uma, não nega fogo. Uma mistura de vagabundo charmoso com bacana descontraído. Jeans é coringa. Jeans é tudo por Marcio Banfi/Abá MGT // fotos Eduardo Rezende/Abá MGT
Reportagem Em erupção
Ela viu vulcões ativos no Equador, mergulhou em Honduras, desbravou o deserto de sal na Bolívia e pirou com as águas turquesa do Panamá. Depois de viver numa terrível cidade mexicana, a carioca Mariana Dias volta pra casa por terra e revela o melhor do trajeto por Mariana Dias // fotos Mariana Dias
Reportagem Engordar para emagrecer
Você não leu errado. E deve conhecer alguém que resolveu engordar para fazer a cirurgia de redução do estômago. Nesta reportagem, você descobre como mulheres obesas têm sido tratadas pela sociedade – e descuidadas pelo sistema de saúde por Ariane Abdallah e Paula Rothman // fotos Jordi Burch
Perfil A mulher que saiu andando
Ela nunca foi atleta nem rata de academia. Mas, aos 52 anos, Monica Otero cruzou a pé dois desertos, uma geleira e duas serras. Tornou-se a primeira sul-americana a completar uma ultramaratona no deserto da Califórnia e a primeira brasileira a atravessar o Saara por Carol Sganzerla //
Ensaio Todos querem Cielo
O mais novo ídolo nacional tem 21 anos, 1,95 metro de altura e chora em público. O campeão olímpico César Cielo saiu das piscinas e veio se secar nas páginas da Tpm por Carol Sganzerla // fotos Daniel Aratangy
Perfil Nada esnobe
No ar na novela das oito e nas ondas do rádio, é difícil esnobar a atriz e cantora Emanuelle Araújo. Mas “Esnoba”, hit da sua banda, Moinho, é verbo só da vida artística. Pessoalmente, a baiana de 32 anos esbanja simplicidade por Filipe Luna // fotos Daniel Klajmic
Páginas Vermelhas Sem perder a ternura
Famosa há mais de quatro décadas, Wanderléa, a companheira de Roberto Carlos e Erasmo, continua, aos 62 anos, uma mulher de vanguarda. A “Ternurinha”, apelido que ganhou do Rei e que virou seu codinome, já passou por poucas e boas, mas nem por isso perdeu o entusiasmo. Prestes a lançar um disco depois de 18 anos, ela abre seu baú para a Tpm e fala de seus projetos com pique de mocinha. Nas próximas páginas, a voz feminina da jovem guarda por Nina Lemos //
Editorial O mistério do corpo
No meio da batucada, o refrão lembra que “nossa vida é nascer e florescer para mais tarde morrer”. por Fernando Luna //
: números atrasados

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