Revista TPM

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Postado em 29.07.2010 | 18:07 | Jaqueline Amaral

Com muito orgulho queremos dividir com vocês a indicação ao Prêmio "Boas Práticas na Aplicação, Divulgação ou Implementação da Lei Maria da Penha". A Tpm concorre com uma entrevista feita pelo jornalista Décio Galina, em novembro de 2008, com Maria da Penha [leia aqui a matéria completa], a mulher que deu nome à lei que protege as vítimas de violência doméstica.

O resultado final do Prêmio será anunciado em uma cerimônia em Brasília, na próxima terça-feira, com a presença da Ministra de Políticas para Mulheres, Nilcea Freire, e do Presidente Lula.

Estamos na torcida pelo jornalista Décio Galina que realizou essa entrevista sensível e reveladora.

Imagem: Arquivo Pessoal

Maria da Penha vive em Fortaleza e dedica a maior parte de seu tempo à luta contra a violância doméstica

Maria da Penha vive em Fortaleza e dedica a maior parte de seu tempo à luta contra a violância doméstica

 

 

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Postado em 23.07.2010 | 18:07 | Jaqueline Amaral

No mês de aniversário da Tpm, pedimos para a astróloga Ciça Bueno consultar os astros que acompanham a revista

Mapa astral da Tpm... Você entende alguma coisa? Nem eu, mas calma! Está tudo explicadinho aqui embaixo

Mapa astral da Tpm... Você entende alguma coisa? Nem eu, mas calma! Está tudo explicadinho aqui embaixo



A TPM nasceu no dia 15 de janeiro, às 11hs em São Paulo.

O Sol está no signo de Capricórnio e a Lua no signo de Libra. A Lua em Libra indica que ela surgiu para ser a parceira ou a versão feminina da Trip, a revista masculina da editora. O signo de Libra sempre deseja acasalar-se, fazer parcerias, curtir seus afetos, casamentos e associações. E para corroborar com essa posição, a Lua também está na casa 7, a casa dos acasalamentos. Então a Tpm é a parceira feminina, a companheira da Trip.

O fato de estar em Libra dá à revista um caráter feminino, charmoso, refinado, chique, sofisticado, porém inteligente, já que Libra é um signo do elemento Ar, em que prevalecem os pensamentos, as escolhas, a busca pelo equilíbrio, pela harmonia, pela ética e pelo sentido de justiça. A Tpm nasceu para representar as mulheres inteligentes, articuladas, modernas, joviais, porém intensas, poderosas e disfarçadamente femininas e românticas. A mulher Tpm valoriza suas relações afetivas, mas também suas amizades e faz questão de se sentir engajada em questões sociais e coletivas, para não dizer políticas e contemporâneas. Tais características são reveladas pela ligação que a Lua estabelece com Mercúrio em Aquário, o planeta da inteligência e da comunicação, que rege as relações com irmãos, amigos e iguais e com, Netuno, o planeta da espiritualidade, da arte, do refinamento, do romantismo e da consciência coletiva, que se encontram na casa 11 do mapa, a casa das relações sociais, políticas e coletivas. A Tpm é feita para uma mulher engajada!

O aspecto exaltadamente feminino e romântico é comprovado pela Vênus, o planeta das relações afetivas, da beleza e da ligação com as artes, que ocupando o signo de Peixes reforça a feminilidade, a imaginação, o desejo pela busca de sentido e significado da vida, próprio desse signo tão espiritualizado, mas que também a deixa demasiado fantasiosa, reclusa, protegida, encapsulada em seus desejos por um mundo melhor e mais humano para se viver.

O fato do Sol ocupar a casa 11, a casa do futuro, da sociedade e da coletividade, revela sua preocupação em ser politicamente correta, socialmente engajada e em se revelar sempre como uma intrépida buscadora das mais contemporâneas linguagens, tendências, assuntos e temas que demonstram sua marca registrada que a coloca além da modernidade.

A tendência é que com o decorrer do tempo, as características solares prevaleçam sobre as lunares e talvez por isso mesmo, o ascendente em Peixes foi escolhido ou até necessário. O signo de Peixes é o signo da moda, das artes, do estilo e de disfarçada sofisticação, reconhecido por seu charme às vezes até meio desajeitado, porém sempre simpático e envolvente. Deste modo, na medida em que se estabelece e fortalece em um meio editorial exigente, a Tpm não perde seu carisma e continuará sempre atraente ao informado e exigente público feminino das classes mais abastadas.

Para comemorar sua centésima edição, a Revista Tpm resolveu se autoconhecer e se revelar a suas  leitoras através da análise de seu mapa astral. O curioso é que faz isso no início de um novo ciclo numerológico, dado pela sua data de aniversário 15+1+2010 = 19/1, que repete sua vibração de nascimento (15+01+2001): o arcano 19 do tarô é exatamente a carta do Sol, do destino, da autoexpressão e da alegria de se ser quem se é. Parabéns a TPM pelo seu renascimento!

Vai lá: www.cicabueno.com.br 
Tel.: 11 7165.5263

 

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Postado em 22.07.2010 | 17:07 | Jaqueline Amaral

Meninas, esse é um auto-look do dia. Explico, eu apareci por aqui hoje com um casaqueto de mangas estruturadas, ou bufantes ou de princesa (como diz minha sobrinha) e aí as amigas ficaram pedindo para eu ser a fotografada do look do dia. Com toda minha desenvoltura de falsamente extrovertida, eis o modelo:

Imagem: Clarice Machado

Jaqueline Amaral

 

Casaco pied de poule: Comprei numa lojinha do shopping. Foi um achado, promoção!
Regata: Hering, eu acho
Saia: Siberian. Outra liquidação. Adoro um bazar, liquidação, queima de estoque, hahaha
Oxford: Arezzo

Gostaram?

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Postado em 21.07.2010 | 17:07 | Jaqueline Amaral

Ariane toda sorridente na sua mesa protegida

Ariane toda sorridente na sua mesa protegida


Hoje, enquanto esperava por um minuto de atenção de nossa repórter Ariane Abdallah (ela parece ligada na tomada, tanto que ganhou um concurso seríssimo realizado ontem aqui na redação para descobrir quem digitava melhor e mais rápido) parei ao lado de sua mesa e botei reparo nos detalhes, não tive dúvidas, vai pro blog já.

Ari, o que não pode faltar na sua mesa?

Calendário, sem um eu não consigo me organizar direito. No começo do ano sempre chegam vários de assessorias de imprensa. Escolho o mais bonitinho e menor e fico pra mim.

E quem são essas pessoas nas imagens que você tem na sua mesa?
Esse altarzinho foi feito por mim e pela Renata, que é minha amiga e chefe [Renata Leão, diretora de redação]. Ele abriga coisas que simbolizam nossas crenças. Quando a gente olha pra esse altar, no meio do fechamento, sentimos uma paz e sabemos que não existem problemas tão graves. É o que nos ajuda a  manter a calma, a serenidade e a sanidade sempre.

Nas imagens estão o Cristovão, nosso orientador de ioga, a Amma, que é uma mulher famosa pelo abraço. Ela é indiana e quando vem ao Brasil fazem fila para abraçá-la, dizem que muda a vida. A Renata já a abraçou, por isso temos a foto dela também. E a outra imagem é de uma trindade hindu que representa três deuses: a criação, a manutenção e a destruição, ciclo de todas as coisas do universo.

E essa escultura?
É Ganesha, uma divindade hindu que abre os caminhos. Quando temos alguma dificuldade, a gente pede pra ele abrir os caminhos.

E o que mais tem de indispensável na sua mesa?
Tem um livrinho com mensagens para todos os dias do ano, o calendário seicho-no-ie, também com mensagens,  pimenta seca e sal grosso pra espantar o mau olhado.  Todo dia eu chego, ligo meu computador, leio as mensagens do livrinho e da folhinha, lavo a mão (especialmente porque ando de ônibus), tomo água e começo o dia sempre respondendo e-mails.

Essa mesa tem poder: Amma, o mestre Cristovão e a trindade hindu

Essa mesa tem poder: Amma, o mestre Cristovão e a trindade hindu

 

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Postado em 16.07.2010 | 16:07 | Jaqueline Amaral

Milly pensativa antes de começar a escrever

Milly pensativa antes de começar a escrever

 

Como você decide o tema ou quem será retratado na sua coluna?
Nunca tenho tema. Muitas vezes me vem um assunto enquanto estou correndo pelas ruas da cidade. Mas normalmente o que me "inspira" é o email da Carol [editora da Tpm] que invariavelmente diz: "Você manda sua coluna daqui a três dias?". Aí eu choro, esperneio, digo que sei que tem uma gripe vindo aí e que ela vai me pegar em cheio... a Carol sempre finge que acredita e negociamos um novo prazo que eu, quase invariavelmente, furo. Aí, quando é depois do dia de entregar e eu já estou absolutamente constrangida, coloco um tênis, pego o ipod e vou correr. Normalmente volto com uma história na cabeça que acabo escrevendo em meia hora. Ou seja, tenho alma de vagabunda mesmo.

Então é assim pá-pum? 

Faço no batidão. As melhores são as que saem em minutos. Tem algumas que eu nem lembro de ter escrito, que saíram tão inspiradas que nem parecia que era eu escrevendo. Sei lá, é como se eu entrasse numa fenda temporal, uma experiência doida. Meio maluco, eu sei, mas é assim. Outras eu começo a escrever e o coração dispara, então sei que vai ser bacana. Outras me fazem chorar e eu tenho que parar, mas não quero parar para não perder a inspiração, então continuo, e o teclado vai ficando molhado e eu não vejo mais nada que teclo. Quando acabo, tá tudo cheio de erro de digitação, levo um tempo arrumando. É meio caótico.

E você gosta de escrever em casa tomando um vinho, café...?
Rola um vinho sim. Quando eu sei que tenho a história na cabeça, pelo menos a passagem sobre a qual quero escrever, me sirvo uma taça de vinho e sento diante da página em branco. Aí, quando vou reler, pego a segunda. Gosto de escrever em casa e à noite. Adoro ficar em casa. Aliás, por mim, só saía para ir ao Pacaembu e para Gonçalves [em Minas Gerais], que é a outra casa.

Milly em Gonçalves; e seu escritório em casa

Milly em Gonçalves; e seu escritório em casa

 

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