Revista TPM

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Postado em 29.06.2010 | 11:06 | Ana Manfrinatto

Desde que eu me conheço por gente as pessoas dizem que eu sou a cara da Malu Mader. Okey, eu sempre concordei e achei super digno porque ela é linda, boa atriz, tem um passado roquenrol, é casada com um titã e é mãe de dois filhos lindos.

Daí tem a uma amiga que diz o tempo todo que eu sou a cara da Liv Tyler. Bom, eu adoraria ser a cara da Liv Tyler porque ela é gata para caralho e porque na adolescência todo mundo queria ser ela no clip Crazy do Aerosmith. Mas enfim, neste caso eu acho que não tem nada a ver e que a Mel exagera um pouco.

Até aqui vamos bem…

… Porque na Argentina vira e mexe tem gente que fala que eu pareço com a Dalma Maradona, a filha mais velha do próprio. Tudo bem que ela é uma jovem atriz fofíssima, que ela dá umas entrevistas legais e que ela é a filha de Deus.

Mas, pô, Dalma Maradona é muita falta de sacanagem, né?

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Postado em 25.06.2010 | 11:06 | Ana Manfrinatto

Imagem: Marcos Hermes

... ver você dormindo e sorrindo, é tudo o que eu quero pra mim, tudo o que eu quero pra mim…

... percorrí milhas e milhas antes de dormir,

eu nem cochilei...

Confesso que eu nem sabia que o Cidade Negra ainda existia, mas descobri que mesmo sem o Toni Garrido eles não só continuam existindo como se apresentam sábado agora (26) no Niceto Club. Eles tocarão músicas do disco novo, “Que assim seja”, o primeiro com canções inéditas desde “Perto de Deus”, lançado em 2005. Y bueh, boralá quebrar o gelo do inverno com reggae brasileiro made in Belford Roxo e conhecer as músicas novas.

Mas que eles podía tocar “você não sabe o quanto eu caminheeei”, ah, eles podiam!

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Postado em 23.06.2010 | 00:06 | Ana Manfrinatto

Sábado agora (dia 26) será inaugurada a exposição “Oscar Niemeyer – Un invento del tiempo”, com o objetivo não somente de contar a trajetória do arquiteto através de suas principais obras arquitetônicas mas também de mostrar suas incursões no Brasil e no mundo a partir de sua criação de mobiliário, seu trabalho como editor da revista “Módulo” e sua obra literária e artística.

Organizada pelo setor cultural da embaixada do Brasil em Buenos Aires, a mostra exibe desenhos de época, fotografias de suas obras arquitetônicas e reproduções de croquís, pequenas edições em vídeo de detalhes de sua vida e obra, layouts originais de livros e vídeos de projetos mais recentes com declarações do próprio Niemeyer.


A mostra também inclui três maquetes elaboradas para que possam ser tocadas pelo público. Uma delas é a maquete do porto da música, teatro projetado especialmente por Niemeyer para a cidade argentina de Rosario.

Vai lá:
Espaço Cultural da Embaixada do Brasil e Buenos Aires
Julho e Agosto de 2010
Na semana das 12h às 19h e sábados das 11h às 16h
Arroyo 1142, Buenos Aires
Ah, a entrada é gratuita!

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Postado em 21.06.2010 | 04:06 | Ana Manfrinatto

Os mini cupcakes torcedores da Gina

Os mini cupcakes torcedores da Gina

Até o dog torcia para o Brasil

Até o dog torcia para o Brasil

Parabéns, Mari! Parabéns Luís Fabiano e Elano!

Parabéns, Mari! Parabéns Luís Fabiano e Elano!

A Ciana torceu discretamente

A Ciana torceu discretamente

Brasil sil sil sil

Brasil sil sil sil

Como eu gosto mesmo é de ver os jogos do Brasil na copa com os meus amigos (vide fotos), eu não tenho muitos lugares legais para sugerir. É por isso que eu vou copiar e colar na maior cara de pau o post da minha amiga Mari sobre onde assistir aos jogos da copa em Buenos Aires.

O Buenos Aires Dreams indica o Hard Rock Café da Recoleta.

O site local Glamout também montou a sua lista de melhores lugares.

No quesito bares e restaurantes brasileiros tem o Me Leva Brasil, o Devenir e o Maluco Beleza.

Para ver com gente do mundo inteiro dá pra ir no Kilkenny e no Sugar Bar.

E o clássico dos clássicos é o Locos por Fútbol.

Outra recomendação bacana da Mari é esta aqui, ó:

“Vale lembrar que o legal da copa – principalmente quando se está turistando no país dos nossos arqui rivais futbolísticamente falando – é a alegria, a celebração e o fair play. Provocação, briga e confusão só fazem tirar o brilho de tudo. Portanto, todo mundo se comportando direitinho, viu?”

E já que estamos falando sobre a Mari e a copa, ontem eu pude assistir o 3 X 1 do Brasil contra a Costa do Marfim na casa da própria Mari, quem resolveu comemorar os dois gols do Luís Fabiano (não importa se um deles foi com a mão!) e o do Elano junto com o seu aniversário. O bacana foi estar entre amigos, poder tomar cerveja e contar com balangandãns verde e amarelo que a tia Silvana trouxe da Bahia. Também tinha forró e paçoquinha pra comemorar as festas juninas.

Chato é aguentar um que outro estrangeiro torcendo contra o Brasil. Assim como é chato de aguentar essas moças brasileiras que namoram meninos argentinos e torcem contra a Argentina pelo simples prazer de serem do contra. Enfim, viva mesmo o fair play!

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Postado em 19.06.2010 | 22:06 | Ana Manfrinatto

Taí a prova de que argentino é beijoqueiro: Maradona e Caniggia na versão beijo ardente!

Taí a prova de que argentino é beijoqueiro: Maradona e Caniggia na versão beijo ardente!

Aí no Brasil a gente chega no trabalho e dá um bom dia e um oi geral pra galera, não é mesmo? Aqui na Argentina não é assim, não: todos os dias as pessoas se cumprimentam com beijinho no rosto quando se encontram pela primeira vez naquele mesmo dia – inclusive os homens, que também se cumprimentam – ou “saludam” – com beijo na bochecha.

É tudo muito lindo e simpático. Mas cansa.

Eu trabalho em televisão e estou indo de um lado para o outro o dia inteiro. Isso significa que eu tenho que dar beijinho no rosto de todo mundo que eu cruzo pela frente mesmo que seja nove da matina e eu tenha visto esta mesma pessoa às nove da noite do dia anterior.

E se engana quem pensa que o saludo só é válido para o período da manhã: se você cruzar com alguém pela primeira vez naquele dia mesmo que já sejam cinco horas da tarde, a pessoa vai perguntar se já te saludou e vai te dar um beijinho no rosto.

Quem não saluda com estalo na bochecha é tido como antipático. E eu já fui tida como antipática durante muito tempo até cair a ficha de que eu deveria dar um beijo na bochecha de todo e qualquer ser humano que eu visse no trabalho.

Às vezes eu dou um oi geral para o pessoal mais chegado e mesmo assim eu não escapo de escutar que eu sou “mala onda” (leia-se chata). Eu sempre explico que no Brasil é diferente mas ninguém aceita minha explicação.

E no que diz respeito a saludo, ele não se resume a um beijo na bochecha e um “Tudo bem? Tudo bem!”.
Se trata de um diálogo mais ou menos assim:

- Hola, cómo estás?

- Todo bien, y vos?

- Si, si, todo bárbaro. Y vos?

- Todo perfecto, por suerte!

- Me alegro!

Nem vou me dar ao trabalho de traduzir porque a minha idéia só é mostrar a extensão do diálogo. Imagine então este mesmíssimo diálogo multiplicado por todas as zilhares de pessoas que eu cruzo todos os dias. É uma falação danada!

Sem falar que todo mundo sempre está “bárbaro”, “perfeito”, “jóia” e “fenômeno”.

Enfim, taí um problema de adaptação e uma grande diferença cultural entre brasileiros e argentinos. Eu juro que sou simpática e que gosto de falar com todo mundo. Mas que saludar o dia inteiro cansa, ah, isso cansa...

//Nos ares

Por Ana Manfrinatto

Uma brasileira em Buenos Aires

Rss

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