Revista TPM

 
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Postado em 20.12.2011 | 17:12 | Lia Bock
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Quer magia? Chama o David Copperfield!

    Homem estiloso, cheiroso, sensível, educado e que faz café pra você? Homem gentil, sincero, que não te enrola, responde as mensagens e te elogia? Homem que te come com vontade? Sim, pode agradecer o roteirista da sua vida, Deus ou aquele amigo que te apresentou o bofe. Pede em casamento, vai pra Caraíva, mas não chama o sujeito de boy magia. Por favor! A não ser que ele seja aprendiz de David Copperfield, claro. O adjetivo é feio, americanizado e, pior de tudo, tem uma aura de coisa rara, o que é um desserviço para a comunidade masculina. Sim, porque, veja bem, se o cara é tudo aquilo que a gente acha que um cara deve ser, ele é... apenas um cara. Não?
    Além do mais, desconfie sempre de perfeições. Se não tem defeito é porque... está mentindo. Então, colocar o sujeito nesse pedestal é pedir pra se decepcionar dois capítulos adiante! Deixemos os homens serem... homens. Namorados, casinhos e potenciais ex-maridos. Homem tem que ter alguma coisa errada, algum jeito que não encaixa, uma malandragem, um mistério, uma bossa. Mas e se ele for mesmo perfeito? (medo.) Mas nesse caso, que tal deixar ele ser apenas perfeito? Sou do tempo em que boy era um moço de gel, mocassim e polo com cavalinho e magia era mais ou menos o que acontecia com a Monga. Boy + magia? Passo!
    P.S.: nunca ouviu essa expressão? Sorte a sua!

 

Para seguir: @euliatulias

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