Revista TPM

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Postado em 27.01.2011 | 17:01 | Lia Bock

O tratamento que agrada a muitas leva outras à ira. Mulheres... ame-as ou... ame outra

    Enquanto algumas moças dão a vida para ser (finalmente) chamadas de namoradas, acendem vela e fazem mandinga para que possam (finalmente) mudar o maldito status criado por Mark Zuckerberg no Facebook, outras se sentem mortalmente golpeadas pela mesmíssima palavra. Duvida? Experimente chamar uma mulher recém-casada de “namorada”. Primeiro a face irá enrubescer, depois a mesma palavra será repetida (N-A-M-O-R-A-D-A????) com uma ênfase  que pode ser lida como “vai se foder”. Em algumas, a mão esquerda se distanciará automaticamente do corpo evidenciando um anel, algumas vezes dourado, outras, com uma pedrinha.
    Se a pessoa que errou a categoria for uma vaca ou @vaca em potencial, então... o ódio é ainda mais profundo. A maldade feminina não tem limites – nem a paranoia, diga-se. Daí a achar que o “desmérito” foi venenosamente intencional é um pulo. Não que ser chamada de esposa seja bonitinho, mas o reconhecimento do trampo que dá gerenciar casa, marido, sogra, sogro, padrasto, sobrinhos, a máquina e os infindáveis sachês de Nespresso e o pedreiro deixa um gostinho de vitória na boca.
    E se a pessoa insistir no erro? Morte! A terceira vez que alguém chama uma esposa de namorada não é mais equívoco, é provocação das brabas. O mesmo que chamar designer de diagramador, saca? Pode romper a relação, dar unfolow e começar a chamar o ser de meliante.
    Mas e se a moça não tiver uma placa de esposa no pescoço? Errar é humano, pessoal! Bem... se você não quiser arriscar mande o indefectível “primeira-dama”, não falha e não tem contraindicação.

Para seguir: @euliatulias

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Postado em 13.01.2011 | 15:01 | Lia Bock

 

   É uma pena que, muitas vezes, o ser amado venha acompanhado de alguns outros seres não tão amados assim. Sempre tem aquele amigo de infância que já não tem nada a ver, mas há um carinho, uma ligação ancestral inexplicável... Aquele cara que fala pra caramba e só solta frases clichês sobre assuntos desinteressantes... O melhor é beber pra no dia seguinte não lembrar de muita coisa.
  O ser amado muita vezes vem acoplado também a um primo reacionário, que sob o efeito potencializado do whisky passa horas discorrendo sobre por que o bom momento do país não é verdadeiramente bom. Esse, geralmente, fica a conversa toda segurando no seu ombro pra evitar que você fuja ou saia de fininho fingindo procurar o garçom. Haja amor pra aguentar.
  E as amigas que ignoram solenemente a sua presença e passam a festa (churrasco ou casamento) fingindo que o seu par está só? Pega daqui, gargalha dali, fala não-sei-o-quê no ouvido. E se você esboça uma nesga de ciúme ainda é obrigada a ouvir algo do tipo “ciúme da Mari não vale!”. Oi? Onde estava essa cláusula que eu não vi?
  E sempre chega aquele dia em que você é obrigada a aguentar a mulher do “Marquinho”. Aquela que só fala de cirurgia plástica, lifting, bronzeamento marroquino e, pra piorar, não bebe, não fuma e não come fritura. Nesse caso, nem o álcool salva. O negócio é fingir que a conversa está muito interessante e ficar fazendo mentalmente a lista do supermercado! Ou melhor, cair doente no dia e, infelizmente, não poder acompanhá-los.
  E ainda tem a pior de todas as espécies de amigo alheio, aquela que nitidamente não gosta de você e não faz o menor esforço para registrar uma única frase do que você diz. Aquela que te acha insuportável e fica fazendo a lista do supermercado mentalmente enquanto você conta como foi o réveillon.

 

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Postado em 06.01.2011 | 19:11 | Lia Bock

Amiga, respire fundo. Ansiedade, se não mata, arranca algumas boas lágrimas!

ali onde eu chorei qualquer um chorava

ali onde eu chorei qualquer um chorava

 

Não importa se você procura um namorado, um marido ou um pai para o seu filho. Só o fato de estar procurando alguma coisa, já atrapalha. No mundo masculino, eles gostam mesmo é do que não podem ter. Drama, frio na barriga, investigações on-line e teretetê com as amigas é coisa de menina. Os homens, por mais cera no cabelo que passem e cremes que usem, são da família Homer Simpson. E você pode tirar o cara de Springfield, mas não tira Springfield do cara! Dez maneiras de perder “o Homer” da sua vida:

1)  Logo na primeira noite juntos, roce o pé e faça cara de “quero casar com você”.

2) Depois de três dias juntos, diga que o ama. Ou melhor, declare seu amor no Facebook do sujeito.

3) Escreva um poema pra ele quando deveria dizer: “Gostoso, vem me comer”.

4) Na terceira semana de rolo, compre um presente caro e entregue num embrulho suntuoso.

5) Apresente-o como namorado antes dessa palavra ter sido colocada oficialmente.

6) Ao completar dois meses de rolo, comece a reclamar que ele bebe muito.

7) Assim que vocês assumirem o namoro, comece a falar em filhos (no plural).

8) Se ofereça para levar a sacola de roupa suja à casa da mãe dele.

9) Fuce o celular do fulano na primeira oportunidade que tiver. Se não achar nada, tente o e-mail.

10) A qualquer momento comece a falar da festa de casamento dos seus sonhos.

Receita tiro e queda para dar um sumiço no homem que você gostaria de chamar de seu!

Para seguir: @euliatulias

 

//Eu lia tu lias

Por Lia Bock

Um blog para quem desliga o celular, chora no banho e rói as unhas

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