O tratamento que agrada a muitas leva outras à ira. Mulheres... ame-as ou... ame outra

Enquanto algumas moças dão a vida para ser (finalmente) chamadas de namoradas, acendem vela e fazem mandinga para que possam (finalmente) mudar o maldito status criado por Mark Zuckerberg no Facebook, outras se sentem mortalmente golpeadas pela mesmíssima palavra. Duvida? Experimente chamar uma mulher recém-casada de “namorada”. Primeiro a face irá enrubescer, depois a mesma palavra será repetida (N-A-M-O-R-A-D-A????) com uma ênfase que pode ser lida como “vai se foder”. Em algumas, a mão esquerda se distanciará automaticamente do corpo evidenciando um anel, algumas vezes dourado, outras, com uma pedrinha.
Se a pessoa que errou a categoria for uma vaca ou @vaca em potencial, então... o ódio é ainda mais profundo. A maldade feminina não tem limites – nem a paranoia, diga-se. Daí a achar que o “desmérito” foi venenosamente intencional é um pulo. Não que ser chamada de esposa seja bonitinho, mas o reconhecimento do trampo que dá gerenciar casa, marido, sogra, sogro, padrasto, sobrinhos, a máquina e os infindáveis sachês de Nespresso e o pedreiro deixa um gostinho de vitória na boca.
E se a pessoa insistir no erro? Morte! A terceira vez que alguém chama uma esposa de namorada não é mais equívoco, é provocação das brabas. O mesmo que chamar designer de diagramador, saca? Pode romper a relação, dar unfolow e começar a chamar o ser de meliante.
Mas e se a moça não tiver uma placa de esposa no pescoço? Errar é humano, pessoal! Bem... se você não quiser arriscar mande o indefectível “primeira-dama”, não falha e não tem contraindicação.
Para seguir: @euliatulias

É uma pena que, muitas vezes, o ser amado venha acompanhado de alguns outros seres não tão amados assim. Sempre tem aquele amigo de infância que já não tem nada a ver, mas há um carinho, uma ligação ancestral inexplicável... Aquele cara que fala pra caramba e só solta frases clichês sobre assuntos desinteressantes... O melhor é beber pra no dia seguinte não lembrar de muita coisa.
O ser amado muita vezes vem acoplado também a um primo reacionário, que sob o efeito potencializado do whisky passa horas discorrendo sobre por que o bom momento do país não é verdadeiramente bom. Esse, geralmente, fica a conversa toda segurando no seu ombro pra evitar que você fuja ou saia de fininho fingindo procurar o garçom. Haja amor pra aguentar.
E as amigas que ignoram solenemente a sua presença e passam a festa (churrasco ou casamento) fingindo que o seu par está só? Pega daqui, gargalha dali, fala não-sei-o-quê no ouvido. E se você esboça uma nesga de ciúme ainda é obrigada a ouvir algo do tipo “ciúme da Mari não vale!”. Oi? Onde estava essa cláusula que eu não vi?
E sempre chega aquele dia em que você é obrigada a aguentar a mulher do “Marquinho”. Aquela que só fala de cirurgia plástica, lifting, bronzeamento marroquino e, pra piorar, não bebe, não fuma e não come fritura. Nesse caso, nem o álcool salva. O negócio é fingir que a conversa está muito interessante e ficar fazendo mentalmente a lista do supermercado! Ou melhor, cair doente no dia e, infelizmente, não poder acompanhá-los.
E ainda tem a pior de todas as espécies de amigo alheio, aquela que nitidamente não gosta de você e não faz o menor esforço para registrar uma única frase do que você diz. Aquela que te acha insuportável e fica fazendo a lista do supermercado mentalmente enquanto você conta como foi o réveillon.
Amiga, respire fundo. Ansiedade, se não mata, arranca algumas boas lágrimas!

ali onde eu chorei qualquer um chorava
Não importa se você procura um namorado, um marido ou um pai para o seu filho. Só o fato de estar procurando alguma coisa, já atrapalha. No mundo masculino, eles gostam mesmo é do que não podem ter. Drama, frio na barriga, investigações on-line e teretetê com as amigas é coisa de menina. Os homens, por mais cera no cabelo que passem e cremes que usem, são da família Homer Simpson. E você pode tirar o cara de Springfield, mas não tira Springfield do cara! Dez maneiras de perder “o Homer” da sua vida:
1) Logo na primeira noite juntos, roce o pé e faça cara de “quero casar com você”.
2) Depois de três dias juntos, diga que o ama. Ou melhor, declare seu amor no Facebook do sujeito.
3) Escreva um poema pra ele quando deveria dizer: “Gostoso, vem me comer”.
4) Na terceira semana de rolo, compre um presente caro e entregue num embrulho suntuoso.
5) Apresente-o como namorado antes dessa palavra ter sido colocada oficialmente.
6) Ao completar dois meses de rolo, comece a reclamar que ele bebe muito.
7) Assim que vocês assumirem o namoro, comece a falar em filhos (no plural).
8) Se ofereça para levar a sacola de roupa suja à casa da mãe dele.
9) Fuce o celular do fulano na primeira oportunidade que tiver. Se não achar nada, tente o e-mail.
10) A qualquer momento comece a falar da festa de casamento dos seus sonhos.
Receita tiro e queda para dar um sumiço no homem que você gostaria de chamar de seu!
Para seguir: @euliatulias