Revista TPM

 
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Postado em 18.11.2009 | 15:11 | por Renata Leão
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lino miele em ação

lino miele em ação

Italiano de Roma, Lino Miele é um dos maiores praticantes e instrutores de ioga da atualidade. Mais precisamente de ashtanga vinyasa yoga, sistema “desenterrado” das escrituras antigas e propagado pelo mundo nos últimos dez anos pelas mãos de Sri K. Pattabhi Jois, indiano falecido no início desse ano e professor de Lino. Conhecido pela prática leve, fluida, e ao mesmo tempo forte e tradicional, Lino tem escola no sul da Índia e em Roma –  e passa parte do ano ministrando workshops pelo mundo. Com 56 anos de idade, corpo de 40 e 20 de prática, em sua primeira passagem pelo Brasil o italiano está dando um workshop de uma semana em São Paulo. Eu, que sou praticante de ashtanga há uns anos, estou fazendo e adorando. De quebra, Lino aproveita para lançar em português a bíblia dessa modalidade de ioga, o livro Ashtanga Yoga.  Lá, ele dá indicações precisas dessa prática. A minuciosidade vai do número certo de inspirações e expirações de acordo com os movimentos a fotos e desenhos das posturas. O livro, feito sob os cuidados e a orientação de Pattabhi Jois, descreve também os benefícios de cada postura para cada parte do corpo. Tudo com muita clareza e simplicidade. A partir das 16h de hoje até o anoitecer, ele dá autógrafos e lança oficialmente o Ashtanga Yoga no estúdio Yoga Flow.

Vai lá:
Ashtanga Yoga, de Lino Miele (ed. Jaboticaba, R$ 42)
Yoga Flow - Rua Dina, 100, Vila Nova Conceição, São Paulo
Tel.: 11 3846 6857.

 

 

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Postado em 08.10.2009 | 14:10 | por Renata Leão
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dia de relax em são paulo

Dia de relax em são paulo

 

Daqui uma semana vai rolar um evento bem gostoso que reúne tudo que eu adoro: ioga, massagens, dicas de alimentação saudável e várias coisas ligadas a beleza e bem estar. Durante todo o sábado 17/10, no Grand Hyatt Hotel, em São Paulo, o Body & Soul vai reunir diversos profissionais para oferecer à mulherada um verdadeiro desbunde: massaginhas, aulas de ioga e pilates, consultas astrológicas, maquiagem, manicure e pedicure e consultoria nutricional. Você compra um kit (que varia de R$ 130 a R$ 200), ganha camiseta, porta-tapetinho de ioga, garrafinha para água e outras coisas, e aproveita o dia todo. Destaques para a aula de ioga da Camila Reitz, professora há 18 anos e dona de uma das escolas mais badaladas e tradicionais de Floripa (a Yogashala); a palestra “Confortável com Seu Corpo”, da também professora de ioga Renata Mendes, sobre o relacionamento da mulher com a própria imagem; e o papo com o Dr. Eliano Pellini, ginecologista especialista em saúde feminina e sexualidade que vai falar sobre “O Poder da Vagina” – e promete esclarecer, divertir e tirar toda e qualquer dúvida da mulherada sobre a dita cuja. Pra saber mais: http://www.tudoemequilibrio.com.br/

 

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Postado em 04.05.2009 | 22:08 | por Renata Leão
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parir pode ser um tesão

parir pode ser um tesão

Sim, é isso mesmo. Gozar ao parir. Estou falando de uma das reportagens da próxima edição da Tpm, que chega às bancas semana que vem. Na verdade, ela surgiu de um jeito bem engraçado. Foi quando meu editor editorial, Fernando Luna, encaminhou para algumas garotas da redação o link de um documentário que tem causado um burburinho por aí, o Orgasmic Birth. Este e-mail acabou gerando comentários quentes, que reproduzo abaixo; um meu, outro da Fernanda Danelon, repórter da Trip e autora da matéria. Eles não estão na revista, e vão te dar uma ideia do que estamos falando – um assunto feminino e sensual que nenhuma revista feminina teve a manha de aprofundar. E, já que nosso editor, copiado na troca de e-mails, leu isso, por que não liberar pra vocês também? Aqui vão, pra dar água na boca até a revista chegar.

[Fernanda] “Confesso que não cheguei a ter orgasmos múltiplos no nascimento do João, mas pude experimentar a maravilhosa, libertadora e erótica - por que não? - sensação de vivenciar meu bebê passando pelo quadril, abrindo espaço pra sair das entranhas. Isso me ajudou a descobrir pontos de prazer no meu corpo, aumentou a sensibilidade da vagina - contrariando todos os mitos de que o parto normal alarga a bichinha. Sem falar que tudo isso incrementou meus futuros orgasmos e me
deixou mais segura de minha feminilidade. Recomendo!”

[Renata] “Garanto que sexo nenhum me deu tanto prazer quanto o parto da Alice. É exatamente a sensação descrita pela Fê e pelas garotas do filme: um prazer inenarrável que atinge o ápice exatamente na hora em que o bebê encaixa e passa. Isso, sem anestesia, é só alegria. E essa história de alargar a vagina é realmente uma lenda...”

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Postado em 17.10.2008 | 12:27 | por Rick
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Já perdi as contas das vezes em que amigas grávidas, supersaudáveis e prontas para parir, ficaram decepcionadérrimas no fim da gestação. Explico: elas sempre querem parto normal, mas quase sempre seus médicos, com mil e uma “explicações”, acabam convencendo-as de que “não vai dar”. Já ouvi coisas tão absurdas... Do tipo: “Você é muito pequena e seu nenê é muito grande”. Ou: “O nenê não está encaixado”. Ou ainda: “O cordão está enrolado no pescoço”. E o mais triste é que são amigas teoricamente bem informadas, que deviam saber que essas coisas não são (e nunca deveriam ter sido) obstáculos para um parto normal. “É melhor uma cesárea.” Melhor pra quem, pro doutor ou pra mãe?

É óbvio que muitas vezes a cesárea é necessária, a gente sabe, mas o Brasil é uma aberração: 43% dos partos realizados aqui são cesáreas, quando a Organização Mundial de Saúde recomenda, no máximo, 15%! Por essas e outras, acontece em novembro o 18º Encontro Nacional de Gestação e Parto Natural Conscientes, no Rio de Janeiro. Organizado pela Fadynha, que desde 1978 desenvolve um trabalho megaconsistente com gestantes e é fundadora da Associação Nacional de Doulas, o encontro tem duas prioridades. Falar da SIMPLICIDADE, ou seja, evitar ao máximo procedimentos obstétricos desnecessários; e do DIREITO DE ESCOLHA, autonomia e liberdade para que a mãe tome a decisão adequada para ela e seu bebê: se quer dar à luz em casa, na maternidade, com ou sem anestesia, de cócoras, de quatro, de pé... E não seja induzida, muitas vezes por falta de informação, a terminar numa mesa cirúrgica quando não é necessário. Estarão lá todas as entidades que trabalham em prol do parto humanizado. Palestras, práticas de ioga e shantala para bebês, além de muita conversa boa, estão garantidas. Eu, que dei à luz Alice há dez meses, na maternidade e naturalmente, só agradeço por ter tido a liberdade de escolha... e um médico muito querido, paciente (ficou comigo por 20 horas!) e que acredita, sobretudo, na mulher!

Vai lá: o 18º Encontro Nacional de Gestação e Parto Natural acontece nos dias 14, 15 e 16 de novembro, na UniRio. Para mais infos, ligue no (21) 2556-2455 ou no (21) 2205-1570; escreva para info@institutoaurora.com.br ou clique em www.partonatural.com.br

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Postado em 12.05.2008 | 16:53 | por Rick
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O spa caseiro da Alice: sessão de massagem e banho de ofurô


Por Renata Leão


Minha filha Alice faz cinco meses amanhã. E, desde seus 15 dias de vida, um momento mágico acontece entre a gente todos os dias: a massagem que eu faço nela. Shantala é o nome da técnica, uma tradição milenar indiana de massagens para bebês, divulgada no Ocidente em 1976 pelo médico francês Frédérick Leboyer (aquele do parto na água). Meu professor de ioga me incentivou a fazê-la e me deu uns toques. A técnica, aprendi no livro, e a prática, a própria Alice me ensinou, olhando com seus olhinhos dentro dos meus. A primeira vez que a coloquei sobre minhas pernas, nós duas sobre um tapetinho esticado no chão, olhei aquele serzinho minúsculo e pensei: “Ai, ai, ai, e se eu quebrá-la ao meio?”. Mas respirei fundo e procurei relaxar os ombros como o livro, aberto ali ao lado, ensina. Mãos devidamente besuntadas de óleo de camomila morno, segui a seqüência sugerida: peito, ombros, braços, mãos, barriga, pernas, pés. Ela me olhava, às vezes reclamava, às vezes relaxava. Segui: costas, bundinha, rosto. Por fim, um pouco de ioga (que ela já estava acostumada, pois pratiquei até dois dias antes do parto): abre e fecha braços; um braço encontra um pé, outro braço encontra outro pé; e a simulação da padmasana, ou postura do lótus. Nas primeiras vezes, confesso, fiquei tensa. Mas, depois da décima sessão, ela passou a relaxar e a virar os olhinhos de prazer enquanto sentia meus toques.

Depois da massagem, ofurô
Mais que a massagem propriamente dita, o objetivo da Shantala é fortalecer o vínculo entre mãe e filho. Justamente por isso, deve ser feita somente pela mãe. “Os bebês que recebem essa massagem desde pequenos são mais calmos e felizes. Seu vínculo com a mãe é fortalecido para o resto da vida”, garante minha amiga Meeta Ravindra, indiana radicada no Brasil há mais de 30 anos (http://meetaravindra.tripod.com/) que me deu muita consultoria sobre a Shantala. De dois meses de idade pra cá, a Alice se acostumou de tal maneira à massagem que todos os dias, no horário do banho, começa a se remexer como quem diz: “E aí, mãe, cadê minha massagem?”. Hoje, se estica toda sobre as minhas pernas, continua me olhando profundamente, e ri muito a cada um dos movimentos. Não teve uma cólica sequer, dorme feito um anjo e é supertranqüila. E, de fato, a troca que ocorre durante a massagem entre a gente é indescritível. Eu me sinto mãe e ela, sem dúvida, uma filha que recebe carinho, cuidado e presença. Se você espera um bebê ou pretende um dia ser mãe, não deixe de se aventurar com esses apertos deliciosos em seu pimpolho. No começo você pensa que não vai conseguir, mas depois tira de letra e esse passa a ser o melhor momento do dia. Se preferir, procure alguém que possa te ensinar, como a terapeuta corporal Veena Mukti. Como o Leboyer ensina, a água finaliza o trabalho, relaxando ainda mais o bebê. E a Alice, desde o parto, toma banho em seu superbaldinho que eu chamo de ofurô, o Tummy Tub, que lembra o útero da mãe, fazendo com que o bebê se sinta mais protegido do que nas banheiras convencionais (www.tummytub.com.br). Pra finalizar, as sábias palavras do Leboyer: “É necessário conversar com a pele do bebê. Falar com suas costas, que têm sede e fome como sua barriga. Nos países que preservaram o profundo sentido das coisas, as mulheres ainda se recordam disso tudo. Aprenderam com suas mães e ensinarão às suas filhas essa arte profunda, simples e antiga, que ajuda a criança a aceitar o mundo e a sorrir para a vida”.

* Veena Mukti, terapeuta corporal especialista em ayurveda, dá um curso de Shantala no próximo sábado (17/05/08) em sua escola na Granja Viana, em São Paulo. Pra saber mais, clique em www.veenamukti.com ou ligue para (11) 4159-6888


 

Vai lá: Shantala, uma Arte Tradicional de Massagem para Bebês, de Frédérick Leboyer (Ed. Ground), R$ 45,

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Postado em 12.12.2007 | 20:05 | por Rick
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Por Ariane Abdallah

Já ouviu falar em Astanga Vinyasa Yoga? É aquela técnica famosa por não ter nada de “parada”, ao contrário, faz qualquer um suar até dizer chega. Se você já conhece, vai poder conhecer mais. Se nunca ouviu falar, mas gosta do assunto, tá aí uma ótima oportunidade para um primeiro contato. Ontem a atriz Fernanda Lima e o instrutor de ioga, Cristóvão de Oliveira, um dos precursores do Astanga Vinyasa Yoga no Brasil, lançaram o DVD Yoga em São Paulo. Produzido pela Som Livre, trata-se de um vídeo completo, didático e delicioso de assistir sobre a técnica famosa por não ter nada de “parada”, ao contrário, faz qualquer um suar até dizer chega. O astanga promove um superaquecimento no corpo por causa da respiração nasal, chamada ujjayi, e pelo fluxo das posturas. O resultado é um corpo forte e flexível e um bem-estar que vai além do físico. A atividade já conquistou, além da protagonista do DVD, mulheres como Fernanda Torres, Letícia Spiller e cada vez mais “gente comum”. Até eu me rendi há pouco mais de um ano, seguindo os passos da nossa diretora de redação, Renata Leão, que é praticante desde 2004. O DVD traz uma entrevista com Cristóvão – que é dono da escola Centro Vidya –, apresenta a prática passo a passo, uma aula coletiva (na qual está nossa querida Renata), além de making of e café da manhã com direito a bate papo com os praticantes. Fernanda resolveu aproveitar sua “popularidade” para difundir a prática que há mais de oito anos regula sua vida. “O astanga me acorda, me renova, abre meus canais, ativa meus sentidos, me deixa esperta, estável e ágil. Uma verdadeira viagem de aventura para dentro do universo de cada um”, resume ela, que está grávida de gêmeos há cinco meses e praticou ao lado de Cristóvão e dois de seus instrutores durante o evento de lançamento. Depois da demonstração, Cristóvão falou sobre sua proposta. “O astanga é muito praticado na Europa e Estados Unidos. No Brasil, tem bastante gente brincando, mas falta referência séria. Minha intenção é divulgar a técnica – que vai além do exercício corpóreo e é também um recurso para o auto-conhecimento – com seriedade”. Está aí uma ótima oportunidade de conhecer – ou se aprofundar – no Astanga Vinyasa Yoga. Boa viagem.

Vai Lá: Yoga, à venda no Brasil inteiro (em estabelecimentos como Fnac e Lojas Americanas). O preço sugerido pela Som Livre é de R$ 34,90
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Postado em 19.10.2007 | 15:59 | por Rick
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Um dia de música de primeira qualidade, num lugar lindo, ao ar livre. Além do som, um aulão de ioga com professores de ponta, feira de alimentos orgânicos e várias atividades para a criançada. Isso tudo vai acontecer em São Paulo, no parque Burle Marx, dia 1º de dezembro. Trata-se do Power to the Peaceful, festival que vai rodando o mundo graças aos ponta-pés do californiano Michael Franti. Músico e ativista, ele organiza esse evento em São Francisco há nove anos. Em 2006, por exemplo, o festival reuniu mais de 60 mil pessoas no Golden Gate Park, em San Francisco. No Brasil, o objetivo é beneficiar ONGs que atuam na região do Capão Redondo, um dos lugares mais pobres e violentos de São Paulo e onde algumas famílias vivem com menos de R$ 70 por mês. A renda dos ingressos, que custarão R$ 120, será 100% repassada a elas. Além do ouro do evento – o som de Franti, marcado por letras engajadas e embaladas por batidas de reggae, ragga, soul, funk e rap – muitas outras coisas rolarão no parque durante o dia. Minha dica é a aula de ioga com professores que vêm diretamente de Maui, no Havaí, o Eddie Modestini e a Nicki Doane, da Maya Yoga. Referência mundial no mundo da ioga, Eddie e Nicki, experts em iyengar e ashtanga yoga, respectivamente, darão uma aula para todos, praticantes ou não. Uma excelente maneira de ter contato com essa prática milenar, através de duas pessoas de superconfiança. Além disso, na feira de produtos orgânicos, com produtores e revendedores de todo o Brasil, frutas, pães, bolos e sucos naturebas estarão à venda para saciar a fome com qualidade. Também vão rolar debates sobre cidadania com personalidades como o Ice Blue, dos Racionais; o Ferrez, escritor do Capão Redondo; o Junior, líder do Afroreggae e o Paulo Lima, meu chefe e editor da Trip. Um dia pra ficar – e fazer – história, afinal, como disse Gandhi, “Seja a mudança que você quer ver”.

Vai lá: www.powertothepeaceful.com.br/
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Postado em 20.06.2007 | 19:03 | por Rick
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O Diva é meu salão de beleza preferido há uns bons quatro anos, desde sua inauguração, até hoje. E sabe por quê? Porque foi o primeiro salão em que consegui ficar em paz e ter momentos de relax – em vez de ficar atormentada com o movimento, o barulho dos secadores e a fofoca irritante entre clientes e manicures. Lá, não tem nada disso. O ambiente é calmo, as poltronas são ultra-aconchegantes (várias vezes já peguei no sono fazendo a unha), o sonzinho de fundo é sempre no ponto e tanto os clientes como os funcionários são ótimos (e não fazem aquele zum-zum-zum sobre a vida alheia, juro!). Falando em manicure, lá encontrei a Dalva. Além de fazer as unhas das mãos e dos pés com muito cuidado e agilidade, ela é quem faz minha sobrancelha ficar linda, linda, linda. Só ela. As outras meninas que trabalham lá são todas muito boas também, pode se entregar. Te respeitam naqueles dias em que você não quer papo e te divertem quando está precisando dar umas risadas gostosas. Amanhã, quinta-feira (21), o Diva faz festinha de quatro anos.


Passa lá para conhecer: Rua Harmonia, 462. Tel.: 11 3032 6775 ou www.estilodiva.com.br

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Postado em 09.02.2007 | 18:29 | por Rick
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Inevitável começar este blog com o lugar mais sagrado, especial e gostoso que conheço, o ashram do Centro Vidya, escola onde pratico ioga. Ashram, do sânscrito aashraya, quer dizer proteção. E desde antigamente, no Oriente, assim são chamados os locais destinados aos centros de estudos e práticas da filosofia hindu. Locais protegidos, foram feitos para que as pessoas se retirem da confusão do mundo e fiquem um pouco quietinhas, consigo mesmas. E assim acontece no ashram do Vidya, um pequeno paraíso escondido no alto da serra da Cantareira, em São Paulo. Lá acontecem retiros em feriados, aulas de ashtanga vinyasa ioga durante a semana e aos sábados, quando rola também um delicioso brunch natureba na seqüência. E é pra lá que eu vou sempre que preciso me aquietar, ou melhor, “voltar pra casinha”, como diz o Cristovão de Oliveira, o dono da área, meu professor, orientador e, sobretudo, amigo. Ele fez esse lugar especial inspirado nos ashrams que conheceu durante o tempo em que viveu na Índia, em Katmandu e no Nepal. Além de tudo isso, lá são feitos tratamentos com base na medicina ayurvédica, cursos de culinária e várias outras coisas gostosas. As aulas aos sábados são abertas e todos são bem-vindos. Agora, no Carnaval, acontece lá um retiro com intensas práticas de ioga, meditação e exercícios respiratórios. Eu vou!
Pra saber mais: www.centrovidya.com.br ou (11) 4485-5360.
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