Manu e portas caminham na IIica; Zagreb ainda não foi invadida, turistas como este são raros

A nova Grécia?
Depois do fim do festival, nos separamos. Ana, Gra e Paula foram para Hvar, um paraíso na terra. Eu e Manu, contrariadas, seguimos pra outro trabalho em Portugal. Só que não resisti. Eu, que seis meses antes quis sair correndo da Croácia, voltei pra terminar minha viagem em Split, no mar Adriático. Afinal, tínhamos feito um trabalho sobre arrependimento e eu me arrependeria muito se não tivesse posto meu pezinho naquelas águas.

Se em Zagreb fica clara a influência do império austro-húngaro, as praias são absoluto sonho. Traços das passagens dos romanos e dos turcos otomanos estão por toda parte. Uma natureza fantástica com mar azul, montanhas e lindas cidadezinhas medievais como Trogir. Se você tiver a sorte de ter amigos croatas, talvez experimente vinho e azeite feitos em casa pela família.

Para mim, ficou faltando Dubrovnik, que os croatas juram ser o lugar mais lindo do país. E, de tudo isso, fica a certeza de querer voltar e explorar mais. A Croácia não é a nova Grécia. É ainda outra coisa.

Dá para escolher: deitar nas praças floridas de Zagreb ou nas praias de pedras brancas do Adriático; Paula, Ana e Gra com cara de felicidade em Hvar
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