tempo é curto: pegá-lo às 16h no aeroporto de Congonhas e deixá-lo às 18h em Moema, bairro de classe média da capital paulista, para um aniversário. É assim, meio apressada, que a reportagem da Tpm vai ao encontro do ator Alexandre Slaviero. As portas do desembarque se abrem e ele sai: camiseta e tênis brancos, bermuda camuflada e um pacote em mãos. Simpático, mas ainda tímido, não tira os óculos escuros. “O presente é pra quem?”, pergunta a repórter. Ele ri, e meio constrangido responde: “É para a filha da minha namorada [a irmã de um amigo de infância: Márcia, 27, psicóloga e modelo]. Por isso não posso me atrasar, é festa de criança”. Alexandre, que, a título de curiosidade, havia comprado uma Barbie para a garota, é sorridente, falador e fumou dois cigarros nos primeiros dez minutos.
Nascido em uma família tradicional curitibana, se mandou aos 18 anos para o Rio de Janeiro, e ainda chora quando conversa com a mãe ao telefone. Aos 24, o ator começa a fazer seu currículo – são quatro anos de Malhação, uma participação no “Circo do Faustão” (2007), o longa Polaróides Urbanas (2008), de Miguel Falabella, e o papel de destaque na novela Duas Caras, em que forma o bem-sucedido triângulo amoroso com um homossexual e uma mulher. “Fiz dois anos de administração em Curitiba, não terminei porque minha vida foi me levando para as artes, e acabei seguindo a carreira de ator. Hoje, estou bem satisfeito”, explica ele, que há um ano abriu uma filial do restaurante Jungle Juice, de comidas naturais, na Barra da Tijuca, no Rio. Num bate-papo breve mas revelador, montamos o nosso currículo alternativo do ator.
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