| Antes dos palcos, foi jogador de vôlei, garçom do Friday's, agente de viagens e ator de filmes publicitários. Numa das filmagens das propagandas, se destacou. Abria a garrafa de cerveja com um gesto largo e desenhado e sorvia o líquido do copo com tamanha lascívia que pegou o papel principal. E ficou bêbado.“Bebi uns 15 copos de cerveja.” Na montagem de Medéia , de Jorge Takla, fez uma ponta como argonauta. “Eu só tinha uma fala: 'E Medéia passa os dias em sua alcova sem que a voz de amigo algum consiga acalentar-lhe o coração'.” Mas foi em A Mandrágora , do Tapa, como o jovem apaixonado Calímaco, que Rodrigo pôde mostrar a que veio. “Sou ator porque gosto de escolher um texto bom, encenar e fazer as pessoas refletirem.” Pisou num teatro pela última vez quando aceitou o convite do ator Marco Ricca para integrar o elenco de Ricardo III . De lá, enfiou o pé na jaca. |