| |
|
|
|
|
|
29, paulistana, publicitária
e desde que aprendeu a relaxar não precisa mais
tomar remédios para ir ao banheiro
FALE COM ELA: jessicadesilva@trip.com.br
|
|
|
 |
Qual a peça
do guarda-roupa de que você mais gosta?
Meu guarda-roupa anda uma tragédia
ultimamente, mas adoro esta
capinha de chuva branca, da Harvé
Bernard, que comprei em Paris, não
me lembro em que loja.
|
|
|
1 ADOTE
UM CÃO PARTE
2
Na edição #33, neste meu espaço,
bolei um classificado de cachorrinhos que estavam
procurando por um lar. A iniciativa fez o maior
sucesso entre as leitoras e, melhor, permitiu que
todos os bichinhos abandonados encontrassem uma
casa. Achei que era hora de repetir a fórmula
e, com isso, incentivar todas vocês a procurarem
por seus cãezinhos de estimação
em locais que estejam doando os esquecidos.
Vá
lá:
Onde adotar: Kãotinho, (11) 4485 5527; Luciane,
(11) 9976 5953;
Beth, (11) 3022 2623 e Centro de Zoonoses: www.programasaudedoanimal.ig.com.br
|
|
 |
 |
 |
4. Mini
idade: 5 anos
Espera há seis meses por uma
casinha só dele
|
|
5. Querido
idade: 3 anos
Sempre bem humorado, está pronto
para sair
|
|
6.
Benji e Free Way
idade: 2 anos (ambos)
Irmãos inseparáveis,
querem continuar juntinhos
|
|
|
 |
 |
 |
16.
Pirata
idade:
2 anos
Dócil e brincalhão,
adora crianças
|
|
|
18.
Kika
idade:
1 ano
Bonitinha e meiga
|
|
17.
Natasha já
passou por maus bocados. Ela
foi atirada de um carro em alta
velocidade quando tinha apenas
oito meses. Estava muito magra
e com várias queimaduras
pelo corpo. Hoje, Natasha é
saudável, persistente
e adora brincar.
Se você quiser adotá-la
ou outros cachorros, clique
aqui |
|
| Os cachorros de número
1, 2, 3, 8, e 10
estão esperando você
no Kãotinho. Já os de
número 4, 5, 6, 7,
9, 11 e 12 podem ser adotados
com a Luciane |
|
 |
Achei
bizarro o tema sobre
o qual me propuseram
divagar: cocô.
Engraçado, divagamos
sobre vários
assuntos diariamente,
mas não lembro
de ter passado muito
tempo da minha vida
pensando no cocô
literal (o figurado
é uma constante,
haha). Mesmo quando
era mais nova e vivia
“enfezada”,
achava que prisão
de ventre era uma coisa
corriqueira. Até
que, um dia, conversando
sobre pessoas travadas
com uma amiga terapeuta,
ouço dela a seguinte
verdade: “Sabe,
Jéssica, o problema
dessa gente toda é
que elas não
sabem relaxar o cu!”.
Caí na gargalhada
num primeiro momento,
mas depois fiquei pensando
na frase e entendi o
que ela quis dizer.
É verdade! A
gente não sabe,
mesmo, relaxar o cu!
Preste atenção
em você, por exemplo.
Tente relaxar o dito-cujo.
Sentiu? O certo seria
que ele fosse sempre
assim, soltinho, relaxado.
Se você aprende
a respirar e consegue
relaxar todas as tensões
do corpo, principalmente
a do mocinho, sua energia
flui e você fica
menos enfezada na vida
(no sentido literal
e figurado). Então,
minha amiga, só
tenho uma coisa a dizer:
RELAXA O FIOFÓ!!! |
|
|
|
|
|
| |
|
|
|