Lorena
Jéssica
Dani
Juliana
 
 
 
 
dá seus TRUQUES para facilitar a vida
 

Jéssica
Engraçado... Quando eu era pequena e lia entrevistas em que as pessoas falavam dos seus ídolos, sempre me perguntava qual seria o meu. Me achava meio esquisita. “Uma pessoa sem ídolos não deve ser normal”, pensava. Nada mudou de lá para cá. Fora os básicos “mãe e pai”, continuo sem ídolo algum. Existem pessoas que admiro, mas não sei o que significa aquela coisa de idolatria. Será que sou uma mulher sem coração?

5 pessoas que admiro

1
. Gabriel García Márquez, que inventou Macondo
2. Nelson Rodrigues, que inventou o Dr. Borborema
3. Isabel Allende, que inventou o Barrabás
4. Sergio Buarque de Holanda, escritor que fez o Chico
5. Dalai Lama

5 pessoas que definitivamente não admiro

1. “Dótor” Paulo Maluf (leia com sotaque de brimo)
2. Painho ACM (leia com sotaque baiano)
3. Mestre De Rose (leia com sotaque zen)
4. Sergio Mallandro (leia com sotaque malandro)
5. João Kleber, do Te Vi na TV



Habitat


AUTO-AJUDA DE DECORAÇÃO

O primeiro apartamento é sempre muito difícil de decorar. Estou sentindo isso na pele. Preferi não levar nada da casa dos meus pais e hoje tenho ambientes completamente vazios. Quando tudo está branco, é muito difícil comprar móveis, tapetes, cortinas... Colocar quadros então, nem pensar. A insegurança da decoração vem junto da solidão das noites sozinha, da descoberta dos novos barulhos da casa e das pilhas de contas que nascem de geração espontânea. Quando tudo estava perdido para minha pobre casinha vazia, achei o livro Lugar Comum, de Vera Fraga Leslie, um divertido apanhado de crônicas sobre decoração e estilo para pessoas não pasteurizadas. Ela me ganhou ao tirar um supersarro da Casa Cor. Também amei o texto zoando os quartos de bebê – “Quartos de Bebê: ser piegas tem limite”. Como diz Vera, para decorar a casa, “uma dose de bom humor é indispensável”. É nóis, Vera!!!

Os 10 mandamentos para uma decoração não pasteurizada
1. Sempre olharás por onde vai pisar: o chão é a primeira coisa que deve ser considerada
2. As paredes têm ouvidos: trate-as como um item básico
3. E fez-se a luz: cuide bem da iluminação
4. Ninguém é de ferro: conforto é fundamental
5. Erras para menos; pecado é errar para mais
6. Não comprarás nada que não tenha um lugar definido e preestabelecido
7. Não desejarás aquele objeto único e caríssimo se ele comprometer seu orçamento. Esse é um ótimo indício de que ele não ficará bem em sua casa
8. Não pendurarás, em vão, nada nas paredes. Isso é a última coisa a fazer, depois de tudo configurado
9. A simplicidade é um dom divino e a verdade está no detalhe ou no particular
10. Não cobiçarás a casa da vizinha



Vá lá:

Lugar comum, de Vera Fraga Leslie. R$ 48, Editora Senac. Tel.: (11) 3284 4322.



Tô Podendo


PRAIA COM CHARME

Descobri há pouco que “estar podendo” é morar em Florianópolis, a apenas 70 quilômetros da praia do Rosa, em Imbituba. E “estar super podendo meeeesmo” é morar em Floripa e ter grana para se hospedar na Quinta do Bucaneiro, uma pousada que faz parte da Associação Roteiro de Charme e é a melhor opção da região. Por R$ 270 a diária você desencana da vida num quarto enorme com o melhor chuveiro de Santa Catarina e com uma vista para lá de maravilhosa. A trilha que sai de dentro da pousada segue até a lagoa, onde um bucólico barqueiro aguarda os hóspedes com toalhas felpudas, cadeiras e guarda-sóis para levar você, e os sortudos que estiverem junto, até as areias branquinhas do Rosa. Chique no “úrtimo”!

Vá lá:
Quinta do Bucaneiro: Estrada Geral do Rosa, s/ n°, Santa Catarina, Tel.: (48) 355 6056, www.bucanero.com.br.


Armazém

PICOLÉ SABOR NOSTALGIA


Na minha infância, ir para a praia significava, além de usar Hipoglós e camiseta branca Hering de manga comprida para não torrar, comer dúzias de picolés de coco do Rochinha, aquele cheio de pedacinhos.
Os meus eram comprados num interessante sistema de pendura e cobrados em casa diretamente da minha mãe. Quase chorei de emoção ao descobrir que, com vinte anos de atraso, a Pastelaria do Trevo de Bertioga abriu sua primeira filial em São Paulo, em pleno Jardins. Além dos mesmos famosos pastéis do Donizete, a filial “importa” de São Sebastião todos os sabores de picolés do Rocha, a sorveteria mais famosa do litoral paulista. Você talvez ache o picolé um pouco ultrapassado, mas para mim não há Häagen Dazs que bata o sabor nostálgico do Coquinho do Rochinha.

Vá lá:
Pastelaria do Trevo: R. José Maria Lisboa, 757. Tel.: (11) 3884 8942.



Faça diferente

MATA-MATA


O verão chegou, que beleza. São Paulo a quarenta graus, asfalto e cérebros derretidos, ar-condicionado que não “güenta” e uma horda de pernilongos infernizando night and day. “Dilícia!!” Para divertir o difícil ofício de assassinar mosquitos, vale a pena experimentar essas raquetinhas incríveis, que bem podiam ser Tabajara. Você terá momentos felizes torrando mosquitos no moderno sistema elétrico dessa super-raquete, alimentado por apenas duas pilhas AA! Com boa mira e um simples toque no botão, seus inimigos queimarão feito Joanas d’Arc do reino animal. Não perca tempo. Aposente agora seu frescobol e entre na nova onda do verão!!!

Vá lá:
A raquetinha Power insetos custa R$ 25 na Eletro Eldorado, Av. Rebouças, 3 970, Shopping Eldorado, 1º subsolo. Tel.: (11) 3811 9575.

MOITA NUNCA MAIS

Freud disse que nós mulheres temos inveja do pênis alheio
. É verdade, temos sim, principalmente quando tomamos algumas cervejinhas e temos que encarar, depois de 30 minutos de fila, um banheiro imundo, fedorento e entupido. Com o P-Mate esses momentos de terror se tornarão pura diversão. O design avançado do acessório (nada mais do que um caninho de papelão) criado por designers holandeses permite que você faça xixi até de calça, apenas com o zíper aberto. Imagine a cara de espanto de seus amigos quando você for junto com eles fazer um xixizinho no muro. E, acredite, “o seu” vai ser BEM maior que o deles!

Vá lá:
O P-Mate pode ser encomendado no www.pmate.com – onde aliás estão fotos e histórias engraçadas de mulheres no mundo todo fazendo uso do seu próprio pipi-mate.

 
Foto Divulgação
 
 
Ilustração Carlos Issa